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O solo é
uma reflexão a respeito da arquitetura da imaginação e da relação entre
corpo e memória. A trajetória coreográfica é construída a partir de
ambientes imaginados pela dançarina e a exploração deles em cena. A
idéia de espaço inventado possibilita que o corpo se transforme
continuamente, em tempo real e insere a dança em “universos ilustrados”.
Imagens projetadas (desenhos) em comunhão com movimentos causam
impressões, estimulam o imaginário e memórias do espectador e da artista
em cena. |
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